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Cidade/EstadoJanaúba / MG
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OuvintesRomes Santos e outros 275 ouvintes
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Release

1993 - Renascer - Damião
1994 - Memorial de Maria Moura - Valentim
1995 - Irmãos Coragem - Delegado Diogo Falcão
1996 - O Rei do Gado - Regino
1997 - Você Decide, Enrascada - Evaldo
1997 - Anjo Mau - Fred (Frederico Jordão)
1998 - Pecado Capital - Marciano
1998 - Labirinto - Teodoro
1999 - Terra Nostra - Antenor
2000 - Aquarela do Brasil - Major Walter
2001 - A Padroeira - Atanásio
2002 - Palmeira Seca (Rede Minas) - Walfredo
2002 - Esperança - Zangão
2003 - Linha Direta - Chico Vieira
2003 - Celebridade - Fragoso
2004 - A Escrava Isaura - Miguel dos Anjos
2006 - Sinhá Moça - Delegado Antero
2008 - Duas Caras - ministro da Educação (participação especial)
2008 - A Favorita - Léo
2010 - Força-Tarefa - Lourenço
2010 - A Cura - Carlindo
2012 - As Brasileiras - Reginaldo

Trabalhos no cinema

2004 - Eliana em O Segredo dos Golfinhos
2005 - Vinho de Rosas
2005 - Tapete Vermelho
2005 - 2 Filhos de Francisco
2005 - Confronto Final
2006 - O Vaqueiro Raimundo Jacó
2009 - A Festa da Menina Morta
2010 - A Tímida Luz de Velas das Últimas Esperanças (Diretor)
2010 - Curitiba Zero Grau
2011 - O Palhaço

Discografia

1997 - Jackson Antunes Canta Téo Azevedo
1998 - Jeitão de Caipira - Jackson Antunes & Tião do Carro
1999 - Nosso Coração Caipira - Jackson Antunes & Chico Lobo
1999 - Jackson Antunes, o Cantador Matuto, Canta Luiz Gonzaga
2001 - Veredas do Grande Sertão
2002 - Pé de Serra
2003 - Quanta Saudade Dá
2004 - Canções para as Caboclas que Amei
2006 - Cantador de Amores / Jackson Antunes começou a trabalhar com pouca idade no campo. Trabalhou também como engraxate, servente de pedreiro, padeiro, cobrador de ônibus e pintor letrista. Seu avô foi grande aboiador e, ironicamente, faleceu no mesmo dia em que Jackson nasceu. Ainda na infância, Jackson acompanhava de porta em porta as Folias de Reis típicas do Norte Mineiro. Quando seu irmão gêmeo nasceu, morreu de tétano e seu verdadeiro nome de batismo é Joaquim e, ao ouvir a música "Jack, o Matador" da dupla Léo Canhoto e Robertinho, mudou seu nome para Jackson. Com oito anos de idade, Jackson apaixonou-se pelo circo, local onde dirigia e atuava em dramas que eram de sua autoria. Na sua cidade natal, Jackson também escrevia poemas para o jornal O Gorutuba. Passou também pelo teatro amador e, mais tarde, pelo teatro profissional, já em Belo Horizonte.

Com mais de trinta peças encenadas, todas de autores brasileiros, Jackson Antunes também teve aulas de canto com o professor José Spinto, que também era primo de Gilda Abreu, esposa do cantor Vicente Celestino. Além de atuar, Jackson também é cantor, compositor, toca viola caipira, já gravou vários CDs e já fez vários shows no Brasil e no exterior. Jackson fez um teste para a TV em 1988, mas foi somente em 1991 que ele recebeu o convite do diretor Luiz Fernando Carvalho, para estrear na novela Renascer, na qual interpretou o jagunço Damião. Sucesso de público e de crítica, ganhou vários prêmios, dentre eles o Troféu Imprensa e o Prêmio APCA (da Associação Paulista dos Críticos de Arte). Em 2010, fez sua estreia como diretor com o filme A Tímida Luz de Velas das Últimas Esperanças. É casado com a atriz Cristiana Britto, com quem tem um filho e também tem duas filhas de seu primeiro casamento. Jackson Antunes é ator e cantador e não quer virar mais um “global”. “Não quero ser um galã de óculos escuros que dá autógrafos. Quero abraçar uma causa mais nobre e dar espaço para as coisas do sertão”, diz. Mineiro de Janaúba, norte do estado, Antunes, aos 40 anos, está escalado para a próxima novela das seis da Rede Globo, A Padroeira, e lançou um CD de moda de viola e músicas de raiz, Veredas do Grande Sertão (Kuarup, 14 faixas, R$ 18 em média). É seu quinto disco gravado e o sexto já está encaminhado para daqui a três meses, Sanfonicamente Pé-de-Serra, com compositores inéditos. Enquanto isso, tenta emplacar um projeto seu na Rede Globo, Brasil de Todos os Cantos, fazendo o que ele mais gosta: “Falar das coisas de minha terra”.

Na novela, que deve estrear dia 18 de junho, ele será o pescador Atanásio, que lutará para construir uma igreja para a santa aparecida no rio Paraíba do Sul. No programa, Jackson pretende apresentar e receber convidados, cantadores, repentistas, cordelistas, poetas e outros. “O sertão sempre respeitou a cidade, mas a cidade ainda não aprendeu a respeitar o sertão”, diz Antunes, para justificar o programa, para o qual ainda não teve resposta da direção da emissora. E ele é teimoso. “Se a emissora não aceitar o projeto, eu faço outro, e outro, e vou insistir até eles cansarem”.

No CD, a influência do cantador Jackson Antunes, como são chamados os músicos do sertão modestos para se considerarem cantores, vai mais para o Norte, chegando em Luiz Gonzaga, um dos homenageados no disco. O ator lembra com emoção seu primeiro e único encontro com o “rei do baião”: “Seu Gonzaga foi fazer um show na minha região, quando eu tinha uns 10 anos. Fui ao show e, depois que terminou, levei um disco debaixo do braço para ele autografar. Ele viu e disse ‘Menino, você gosta de forró e xote, é?’. Quase partiu o LP de tanta força para escrever e me deu um abraço. Nunca mais vi nem falei com ele”.

Há quatro músicas de Gonzagão no disco, Asa Branca entre elas. “A mídia faz muita música virar modismo, que o tempo derruba. Mas ela não consegue fazer coisas ruins ficarem boas.” Jackson já havia gravado um CD, distribuído em bancas de revista, homenageando o cantor e compositor: Jackson Antunes, Cantador Matuto, Canta Luiz Gonzaga.

O grande destaque deste novo CD é a viola de Téo Azevedo, um dos produtores, e a de Tião do Carro, violeiro da mesma estirpe. “Téo é uma referência para nós lá no sertão. Ele nunca traiu seu estilo. Ele me fez voltar para a roça, dando umas dicas, porque cantar bonito igual a cantores por aí eu não ia conseguir. Só cantar com a maior verdade possível”, afirma Antunes. De fato, o esforço de Jackson é louvável do ponto de vista da seleção de músicas e de parceiros no disco.

Téo Azevedo, além de fértil compositor com cerca de 1,5 mil músicas, duas delas no CD (Minha Viola e Ternos Pingos D’Água), é também um dos maiores produtores do Brasil. Sem estatística definida, é provável que tenha pelo menos uns 3 mil discos produzidos, segundo Jackson, incluindo tudo o que se possa imaginar em manifestação artística: poesia matuta, repente, embolada.

Mas neste disco, quem mandou foi Jackson. “Fiz questão de escolher o repertório. O Téo comandava a gravação. Às vezes ele falava ‘vamos ensaiar’ e já era gravação. Outras, eu pensava que tava gravando e era ensaio”. Entre as músicas, uma homenagem ao mestre da viola Tião Carreiro composta por Téo Azevedo (Réquiem a Tião Carreiro). A homenagem vai também para o escritor Guimarães Rosa, autor de Grande Sertão: Veredas. Responsável pela descrição da paisagem e do homem do sertão mineiro, Rosa recolheu versos do folclore de Minas, musicados por Téo Azevedo na faixa título Veredas do Grande Sertão. Como cantador, ainda falta a Jackson a emoção que costuma dar a seus personagens, como o Antenor de Terra Nostra e Damião de Renascer.

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Contrate

JACKSON ANTUNES CANTA LUIZ GONZAGA

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