Joana BentesO Mal Vai Morrer de Alegria7.210 plays
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Integrantes

  • Célio Maciel Bateria
  • Filipe da Hora Guitarra
  • Rafael de Sousa Baixo

Release

O SINGLE DE TREZE: “O MAL VAI MORRER DE ALEGRIA”


Belo Horizonte, 17 de maio de 2019 - Após um hiato de quase dois anos, Joana Bentes traz à luz o novo single “O Mal Vai Morrer de Alegria” [ouça aqui]. A composição de 2016, revisitada em 2019, ganhou adaptações na letra e produção musical da própria artista. Os ventos da mudança, para além da canção, vieram arrebatadores: trouxeram Joana de Brasília (onde ficou por dois anos) para a capital mineira, Belo Horizonte; sedimentaram a “nova” política no Brasil, que colocou (e coloca) em cheque direitos básicos, coagindo minorias sociais; apontaram o país para um futuro antidemocrático, antiecológico, anti-humanista, que ainda parece surreal demais, ainda que esteja constantemente corroborado pelo noticiário.

Nesse cenário, Joana invoca algo que parece impossível: convida mais treze artistas, amigos, de quatro cidades brasileiras e, em seu home studio recém-batizado JOB, dá vida a um coro que diz: “[o mal] vai se por na poesia / vai viver de nostalgia / vai morrer de alegria”.

Com Joana Bentes (voz, guitarra e programações), Rafael de Sousa (baixo acústico), e as participações de Marina Melo (SP), Celia Portela (MG), Veronez (MG), Natália Carreira (DF), Jéssica Peres (ES), Thiago Corrêa (MG), Gavi (ES, atualmente SP), Letícia Chaves (ES), Geisa Andrade (MG), Flávia Ellen (MG), Greyce Ornellas (MG), Luísa Bahia (MG) e Babi Ribeiro (MG), o single foi gravado entre janeiro e abril de 2019. Além da produção, Joana também assina o desenho e a arte da capa.

“O processo para a arte da capa foi longo e intenso. A simbologia que a canção traz fez com que me debruçasse no estudo dos paradoxos bem/mal, luz/sombra, amor/ódio, sorte/azar, beleza/feiura, oposições que fundamentam e permeiam as artes e nossa humanidade desde sempre. Do desejo de ter sempre mais de uma expressão artística como norte veio a ideia de partir pro desenho, um autorretrato - que muitas vezes ensaiei na faculdade”, conta a artista.

“O Mal Vai Morrer de Alegria” abre uma nova fase estética da artista, que traz ao público sua vertente produtora e abarca timbres mais eletrônicos. A promessa é de mais um novo single para o segundo semestre desse ano. Que o single de treze seja um bom presságio.

NO ESPELHO

Joana Bentes é cantora, compositora, produtora e musicista autodidata em violão, guitarra e bateria. Formada em Artes Plásticas. Lançou seu primeiro EP “ENTRE” (2016), com produção de Xuxa Levy. Trata o processo de composição com atenção e fala sob a perspectiva feminina de assuntos como amor, sexo e questões existenciais. Lançou em 2017 o single “AQUI”, que conta com mais de 1 milhão de plays no Spotify. Tocou em Vitória (ES), sua cidade natal, em Brasília, São Paulo, Uberlândia e Belo Horizonte, cidade que vive e trabalha atualmente. Foi finalista do Prêmio Profissionais da Música 2018 na categoria Trilha Sonora de Cinema pelo documentário curta-metragem “TRANSVIVO”, de Tati W. Franklin.

NA ESTRADA

A primeira experiência como cantora se materializou no histórico Theatro Carlos Gomes, em Vitória/ES, sua cidade natal, quando abriu com seu duo Suellen Vasconcelos o show do já ídolo Paulinho Moska pelo Projeto Seis e Meia, da Caju Produções. Os primeiros passos na carreira de Joana indicariam suas inclinações artísticas, sobretudo como compositora, ofício que desenvolvia em rascunhos desde a adolescência.

A trajetória até este episódio foi marcada a princípio pelo desenvolvimento enquanto instrumentista, aprendido de forma autodidata. Tocou guitarra, baixo e bateria em bandas formadas até o fim do ensino médio, com destaque para a banda Três, na qual assumia além da bateria, os backing vocals, em uma formação ainda atípica para bandas de pop rock do início dos anos 2000: três mulheres (bateria, baixo e guitarra) e um homem no vocal/violão.

Quando Joana decidiu voltar-se para a música de forma profissional, logo após sua graduação em Artes Plásticas, escolheu uma amostra de canções para integrar seu primeiro trabalho autoral, o EP “ENTRE” (2016). Com produção musical de Marcos Xuxa Levy, o EP conta com a participação dos músicos que integraram a banda base de Cássia Eller: Fernando Nunes, João Viana e Walter Villaça, além de renomados músicos do cenário brasileiro como João Erbetta (Marcelo Jeneci, Siba, Clarice Falcão) e Milton Guedes (Lulu Santos, Sandy&Jr., Roupa Nova).

Seu trabalho integra de forma particular as artes plásticas e a música, a partir da palavra e das obras centradas na auto-biografia. Artistas como Adriana Calcanhotto, Nuno Ramos, Clarice Lispector e Frida Khalo são alguns exemplos de inspiração. Esse olhar trouxe o desejo de realizar, para além da música, o desenvolvimento da expressão audiovisual por meio de quatro clipes [assista aqui], realizados em parceria com a produtora Filmes Fritos, através do FUNCULTURA (Secult/ES).

Mais do que uma junção aleatória de palavras e sons, Joana busca intrigar o ouvinte em jogos de palavras e melodias que podem fugir ao óbvio, trazendo frescor, invocando sentimentos e reflexões necessários à compreensão do mundo que vivemos. Trata o processo de composição com atenção e fala sob a perspectiva feminina de assuntos como amor, sexo e questões existenciais.

Em junho de 2017 fez lançamento digital do single “AQUI” nas plataformas de streaming, conseguindo amplo destaque no Spotify e Palco MP3. A canção, que foi gravada despretensiosamente numa visita da cantora ao produtor e também multi-instrumentista Raphael Mancini no seu estúdio em São Paulo, já obteve mais de 1 milhão de plays. Joana Bentes promete ser uma revelação na música brasileira.

Influências