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O Hipertrópico

O Hipertrópico

EstiloIndie
Cidade/EstadoLondrina / PR
Plays4.023plays

Comunidade

OuvintesClaudelanesilva5 e outros 974 ouvintes
Claudelanesilva5Claudelanesilva5Claudelanesilva5Claudelanesilva5Claudelanesilva5
Fã-clubeIvana Botelho e outros 24 fãs
Ivana BotelhoIvana BotelhoIvana BotelhoIvana BotelhoIvana Botelho

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Imagem de Fernando CacciolariFernando CacciolariVoz, Violão
Imagem de Rafael FelixRafael FelixClarinete, Saxofone, Flauta
Imagem de Pedro LotPedro LotBateria
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Release

Belo e sinestésico. Assim é o primeiro EP do Hipertrópico. Três canções distintas em si, mas que juntas aguçam sentidos, principalmente em tempos de isolamento. Com Uivo ao Vento é possível sentir o cheiro da mata, enquanto o corpo exala uma necessidade inata de se mexer e sair de casa. Com os olhos fechados é possível entrar no universo particular criado pela faixa de abertura. Após os sons da desejada natureza, nos deparamos com o vocal de Fernando Cacciolari, sucinto e enérgico, em plena sintonia com a potência dos arranjos. A explosão da faixa inicial é quase abafada por Tesouros e a melodia poética dos solos da guitarra de Vinícius Carneiro. Nessa composição, o sentido aflorado é o tato e a ausência de proximidade a torna mais intensa. É essa também a letra mais bonita do disco. Mediterrânea encerra o EP com uma nostalgia expressa nos suaves vocais melodiosos e nos belos solos de guitarra. A última faixa cria um pôr-do-sol imaginário sobre os olhos, enquanto gera uma vontade imensurável de cair no mundo e se perder de amor. Além, é claro, de uma irresistível sensação de quero mais. Que venha o álbum! Letícia Nascimento – escritora, jornalista e roteirista sobre o EP do Hipertrópico.

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