QU4RTO TETO

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E começa assim, como a última página do caderno. Aquela que por inferência, ou por juízo, é o rascunho universal das inspirações humanas.

Rabiscos!

Rabiscos em um dia de ensaio.

Fios tortos.

Notas tortas.

O acerto no erro, o erro no acerto. Um dia de sol, um pedaço do céu azul. É música que soa com o vento. E voa também, porque não?!

Escrever sobre o que não foi. É letrista de natureza morta e alma viva. Ainda que outrora fosse a biologia que lhe pulsava; hoje lhe coube poetizar sobre o organismo mais humano que o humano. E ela o faz assim... o faz da sua maneira mais passional e perdendo-se entre quatro pensamentos soltos, juntos e impares.

Cabeça,

tronco,

membros,

coração.

Quatro, número da sorte. Quatro... integrantes, intrigantes, estações... quatro partes. Quarto teto!

Um corpo que fala com o espírito e com o não dizer. Que pulsa, canta, grita! E cada nota solta/solta lembranças particulares de um ser uno. São treze borboletas a mostrar que não é só de realidade que se faz uma vida. Sim! Vida! 10 anos!

e ainda que tenha passado dias a fio tentando falar de cada membro em particular, agora, vendo todas as partes sendo uma, entende porque não conseguiu fazer uma divisão. [Céus! Era tão óbvio!]. Não se parte um organismo vivo, sem matá-lo antes! Como descrever o “se entendem no olhar”?

Rommel,

Maru,

Vinícius,

Edgard.

Quatro! O número que o talento jogou na loteria e ganhou.

Quatro! Número da vida!

Biose,

simbiose,

E coube a ela. Uma letrista a falar de bio. Ironia maior!

E o que importa? Não há melhor explicação para o que ocorre aqui. E também não quero que haja. O melhor está em não explicar.

São uno.

São catre.

São eles.

Sorrisos, músicas, sonhos, poesia, interiores, exteriores, reza, karma, oração. São tudo que um organismo mais que vivo... saudável... pode representar.

Quiçá sejam...

Ora, o que importa? O que há?

Isso é só o rascunho na última folha do caderno!


Rio de Janeiro, 22 de setembro de 2012
Érica Fonteneles Pacheco.

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