RAFA BRANDO

EstiloPop
Cidade/EstadoRio de Janeiro / RJ
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Ouvintesmarco rocha dos santos e outros 2 ouvintes
Fã-clubeROMARIO SANTOS DA SILVA e outros 6 fãs

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RAFA BRANDO - PRESS RELEASE

No começo, a garra de um iniciante, o sonho de ser cantor. Foi em Belo Horizonte, onde morou por 6 anos, que Rafael iniciou sua carreira em 1984, um ano depois de ter vencido o FEMP, Festival de Música e Poesia do Colégio Pio XII, com a poesia Diário de um Louco. Cantando e compondo em bandas como Tridente, Nero e Transe em Transe, numa cena que tinha também gente como Samuel Rosa (Skank) e John (Pato Fú), a música em Minas tinha definitivamente uma nova cena rock e Rafa foi parte integrante dela. Já nessa altura fez concertos memoráveis como em 1988 no Campus da Puc, em BH, quando à frente da banda Nero, abriu o concerto do Barão Vermelho, onde O cantor Cazuza, que também se apresentara um dia antes na cidade, fez sua última participação com o Barão numa canja inesquecível de Billy Negão, que reuniu também Herbert Vianna e João Barone (Paralamas). Ambos se apresentariam no dia seguinte no ginásio do Mineirinho. Uma apresentação antológica do Barão com abertura do Nero, onde Rafa era o vocal.

Em 1989, já de volta ao Rio de Janeiro, cidade que adotou para viver, e onde desenvolveu toda a sua trajetória musical, Rafa divide os vocais com a irmã Márcia Richards na banda Vitrine, que seria apontada como revelação de 1991 pela revista Bizz, a principal publicação musical brasileira na época. Numa mistura de funky e soul, duas das vertentes predilectas de Rafa, com o pop e o rock, a banda Vitrine fez história. A banda se apresentou em programas de TV importantes na época como Xou da Xuxa e Raul Gil e ficou 8 meses na programação da MTV com os clipes de Ernesto e Black Life, além de fazer concertos pelos principais palcos cariocas, como Jazzmania e os teatros João Caetano e Ipanema.

A partir de 1993, Rafa e Miragaya, seu parceiro desde os tempos de Vitrine, iniciam uma nova banda, os Radicais Livres. Unindo rock, pop e funky, os Radicais seriam o principal
projecto de toda a história musical desenvolvida pelo cantor Rafael Brandão. É nos Radicais que Rafa se torna definitivamente um letrista e passa a escrever todas as canções que canta. As harmonias continuariam a ser feitas pelo amigo, parceiro, guitarrista, compositor e produtor musical, Ronaldo Miragaya. Completavam os Radicais, Luís Louchard (hoje baixista do cantor Zeca Pagodinho) e Caca Cólon (hoje baterista da cantora Simone), ver mais em www.cacacolon.com.

Os Radicais lançaram seu primeiro CD em 2001, independente, e no mesmo ano ganharam o prémio Ih Radical, do canal Multishow, recebendo mais de 22 mil votos pela Internet para a música Ataques (Rafa/Miragaya), a 4ª faixa do álbum de estréia. A canção Não Vai Dar (Rafa/Miragaya) foi incluída no CD Brasil Alternativo 2, lançado pela SCA, e a canção Tudo Que Ainda Pode Ser (Rafa/Tayana - da banda carioca Ruanitas - e Miragaya), gravada ao vivo (8ª faixa do CD), entrou na programação da Rádio Cidade-FM do Rio de Janeiro em 2001/2002.

Paralelamente ao seu projeto de originais, Rafa gravou jingles e tocou com outros músicos importantes tais como Cláudio Zolli, Gelsinho (baterista de Gabriel, o Pensador), Mombaça (parceiro de Martinho da Vila), Casé Neves (baixista), Arnaldo Brandão (Hanoi Hanoi), Paulo Ricardo (ex-RPM), Sidão Pires (baterista), entre tantos outros.

Em 2004 a canção Engano (Rafa/Miragaya), foi lançada no CD Peneira Fina, do baterista Caca Cólon, e em 2005, a balada Nada Como o Amanhã, também de Rafa e Miragaya, foi gravada por Márcia Richards, irmã de Rafa que vive em Hamburgo, Alemanha, no seu CD Naturauê, gravado no Rio de Janeiro.

Em Lisboa desde Novembro de 2002, Rafa trabalhou no formato duo (guitarra e voz), com os guitarristas portugueses Nuno Cintrão (Plano B) e Vasco Finuras; cantou nas bandas Saravah e 4 Toques, e no projecto Funk-Se, um trio com o baixista Kal Róbson e o percussionista Ronaldo Lima, onde interpretava um repertório voltado para o funky e samba, com pitadas de blues.

Em 2006, vivendo por um ano em Hamburgo, Alemanha, Rafa participou do álbum Legendários do Brasil, com a cantora Leila Pantel e ex-jogadores da selecção brasileira de futebol; se apresentou diversas vezes durante o Mundial no stand do Brasil e fez parte da banda Der Bus, com a irmã Márcia Richards e o pianista Dom Pi (ex-Djavan e Tim Maia), participando inclusive do Sylt Festival, na Ilha de Sylt, norte da Alemanha.

De volta a Lisboa em 2007, Rafa opta por uma pausa, uma reflexão, e depois de uma viagem ao Brasil em Dezembro, inicia 2008 com um só pensamento: voltar a fazer música, a cantar da forma mais profissional possível. Para além disso, novamente casado, torna-se pai pela primeira vez da pequena Beatriz em Setembro, algo único, mágico e extremamente enriquecedor.

Em 2008/09, algumas das canções que gravou ainda no Rio de Janeiro tais como Sem Revanche, Destino e a versão blues para As Rosas Não Falam de Cartola são executadas na Rádio Record-FM, que transmite sua programação para Portugal, Reino Unido e Espanha. Também em 2009 Rafa volta a estudar, a tocar guitarra e a compor. Em 2010 inicia uma série de concertos acústicos acompanhado pelo guitarrista Glauco Santos e também sozinho (voz e violão). Um novo desafio? Rafa acredita nele e diz que o mais importante de tudo está naquilo que o trouxe até aqui: o prazer de poder cantar. Sempre.


Contactos/Lisboa:91 836 5010 - 21 342 9144
rafabrando@yahoo.com
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(91) 83650 - 10 | (21) 34291 - 44http://www.myspace.com/rafaelbrando
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