Renegado

Cidade/EstadoBelo Horizonte / MG
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OuvintesLucíola Souza e outros 920 ouvintes
Fã-clubeFlávia Moutinho e outros 485 fãs

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RENEGADO

O suíngue consciente define o trabalho de um dos artistas mais promissores da nova geração da música nacional. Em seu primeiro disco solo, "Do Oiapoque a Nova York", Renegado reúne 13 canções nas quais mostra desenvoltura ao transitar livremente por vários estilos derrubando fronteiras e misturando o rap com ritmos brasileiros e latino-americanos. "Do Oiapoque a Nova York" traz a denúncia ao mesmo tempo em que coloca o ouvinte para dançar, atraindo a atenção tanto de quem procura por letras inteligentes como de quem quer se divertir na pista de dança.

A produção do disco é assinada por Daniel Ganjaman, um dos maiores produtores da atualidade, que além de integrar o respeitado coletivo paulistano Instituto, também já assinou a produção de trabalhos de Mombojó, Otto e Sabotage e trabalhou com Racionais MC´s e Planet Hemp, entre outros. Para ele, "Do Oiapoque a Nova York" é um disco diferenciado dentro da cena hip hop brasileira, tanto pela diversidade sonora quanto pelo teor das letras, conseguindo um meio termo entre a temática do rap feito na periferia e a poesia e o verso da música popular brasileira.

Coisa rara dentro do mundo do hip hop, Renegado também é instrumentista e utiliza o violão em meio às batidas eletrônicas do raggamuffin e do próprio rap, fazendo com que o disco adquira uma musicalidade rica e diversificada, indo além do que é feito no rap tradicional. Além disso, as participações de convidados contribuem para a sensação de ausência de fronteiras musicais dentro do disco. Do hip hop paulista vieram Funk Buia (Záfrica Brasil) e Max B.O; da MPB mineira, Aline Calixto e Júlia Ribas; e da música latino-americana os cubanos Alayo, que veio ao Brasil especialmente para gravar o disco, e Cubanito, que reside em BH. O disco conta ainda com a delicadeza das Meninas de Sinhá, preciosidades musicais vencedoras do Prêmio TIM 2008, vindas da comunidade do Alto Vera Cruz, a mesma onde vive Renegado.

"Do Oiapoque a Nova York" é o primeiro disco do selo A Rebeldia, criado pelo próprio artista. Com tiragem inicial de 4 mil cópias, sendo metade vendida a preço popular (R$5) nas periferias das principais capitais do país, o álbum também está disponível para audição em seu site oficial, www.arebeldia.com.br, estando acessível a todas as classes sociais, sem distinção.

Dois vídeo-clipes vem em seguida ao lançamento do álbum: "Conexão Alto Vera Cruz / Havana", dirigido por Denis Leroy, que também assina a arte gráfica e o site do artista; e %u201CSanto Errado%u201D, dirigido por Erich Baptista.



Sobre Renegado

Nascido e criado na comunidade Alto Vera Cruz, na cidade de Belo Horizonte, o músico autodidata começou a cantar em 1995, aos 13 anos, ao mesmo tempo em que deu início à sua atuação em movimentos sociais. Em 1997, foi um dos fundadores do grupo de rap NUC (Negros da Unidade Consciente), com o qual se apresentou por todo o Brasil e em países como Cuba, Venezuela e Quênia. Posteriormente, o NUC tornou-se uma ONG, presidida por Renegado, que desenvolve trabalhos sócio-culturais junto a jovens de comunidades carentes com o foco principal nos jovens do Alto Vera Cruz.

A partir de 2006, após o convite da produtora artística Danusa Carvalho para fazer uma apresentação, Renegado passou a se dedicar também à carreira solo. Desde então vem acumulando uma bagagem de shows e participações em apresentações de artistas como o guitarrista Toninho Horta, além de estrear no cinema como protagonista do filme %u201CPonto Org%u201D, da diretora Patrícia Moran. No longa, Renegado contracena com nomes importantes do cinema nacional como Paulo César Pereio e conta com o apoio do ator e diretor do grupo Galpão Rodolfo Vaz, vencedor do prêmio Shell 2008 de melhor ator.

Em sua carreira solo Renegado investe na incorporação de outras referências musicais como ragga, música cubana e samba, além de outras influências da cultura típica brasileira e de tradições regionais, sem, no entanto, abandonar características do tradicional rap norte-americano e a temática social do rap brasileiro.

Para informações adicionais e agendamento de entrevistas,
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