Ricardo Soares

Cidade/EstadoVila Velha / ES
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OuvintesCarlos Araujo e outros 25 ouvintes
Fã-clubeBonde Sem Freio e outros 67 fãs

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Release

Biografia

Ricardo Soares ou Ricardinho para os mais chegados, é capixaba de Vitória, ES, e nasceu no dia 5 de dezembro de 1977. Seu interesse quase obsessivo pela música começou muito cedo, pois com cinco anos já fazia aulas de musicalização e flauta doce na Igreja que freqüentava. O gosto pela música rapidamente o levou a conhecer outros instrumentos como o violino, o violão e... a guitarra.

A química foi imediata e se tornou uma paixão daquelas arrasadoras. Já adolescente, com uns 12 ou 13 anos carregava para lá e para cá uma tosca guitarra Jenifer. Seus amigos só queriam saber de bola, figurinhas, vídeo game. Ricardinho só queria saber de... guitarra!

Mal sabia como seria longo o seu percurso. Ainda mais para um garoto magricela e cabeludo (sim, Ricardo já era cabeludo). Ninguém o levava a sério! Todos acreditavam que seria uma fase, um caso passageiro, enfim, coisa de adolescente. Mas, continuava ardendo nele a convicção de que se dedicaria integralmente àquele instrumento de madeira e metal.

O rock pesado pulsava em suas artérias. Com pouco mais de 14 anos foi convidado a entrar na banda Afterdeath, que é considerada por muitos como uma das precursoras brasucas do Christian Metal. Ali ele passou a encarar a música de maneira mais profissional, adicionando disciplina e determinação ao seu já crescente talento no domínio das seis cordas. Seu trabalho no Afterdeath também era apreciado fora das fronteiras da terra da moqueca, com elogios de várias publicações como das revistas especializadas Rock Brigade, Top Rock (no Brasil), Heaven´s Metal (EUA) e Tumba Vacia (México).

Depois do Afterdeath, Ricardo participou de várias outras bandas e projetos musicais tais como a banda Kannon, abertura do 1º DVD do baixista Leco Bass, na gravação dos CDs dos cantores Wesly Soares, Flávio Gracioth, Tatiana Rangel, Elaine Cristine, Geiziane Siqueira entre outros expoentes do cenário musical capixaba. Mas, não parou por aí. A vontade de adicionar influências e de aprender novas técnicas o impulsionou a estudar com os grandes tais como Mozart Mello, Joe Moghrabi, Vander Taffo, Eduardo Ardanuy e Marcelo Barbosa.

Recentemente se juntou aos caras da Banda LC9, banda essa formada por músicos muitíssimo talentosos e que já possui um trabalho gravado. O negócio está indo tão bem que já estão preparando material para registrar o 2º CD, aproveitando o enorme entrosamento dos seus integrantes. O LC9 cedeu uma música (Tua Mão) para a conceituada banda Oficina G3 que a lançou em seu último trabalho, Depoir da Guerra. Eles participaram de shows importantes como o do já citado Oficina G3, 4X1, Fernandinho e Toque no Altar.

Já o debut álbum solo do Ricardo Soares está em fase final de produção (apesar das tantas lutas que tem encarado) e conta com as participações de feras do quilate de Edu Ardanuy (Dr.Sin, Tork, Solo), Sydnei Carvalho (solo), Marcelo Barbosa (Almah, Khalice, Solo), Roger Franco (David Quinlan, Solo), Luiger Lima (sideman) e Eliah (Khorus). É, definitivamente ele está em excepcional companhia! No CD há músicas ansiosamente aguardadas já bem conhecidas do seu público, como a melódica Saudade, composta em uma bacana homenagem ao seu Avô, já falecido, além de Pâmela, feito para sua primeira filha, Highway, My Choice (com o vocal irado do Eliah) entre outras.

Ricardinho se atirou de cabeça e está investindo em sua carreira. Músico profissional conta com o apoio incondicional de sua adorável esposa Sarah e das suas principais fãs Pâmela e a recém chegada Polyana, filhotas queridas. Leciona guitarra diariamente em sua Escola, o Instituto de Cordas, em Vila Velha, ES.
Fiel ao estilo roqueiro especializou-se no hard rock, com muita pegada, riffs rápidos e marcantes, aliado à técnica muito apurada. Sempre procura dosar feeling e velocidade. Como ele próprio diz velocidade não quer dizer falta de feeling, nem lerdeza é certeza de tê-lo! Dedica horas e horas de estudo diário para aperfeiçoar os rudimentos e manter-se em forma.

Tanta dedicação tem rendido alguns bons frutos. Hoje Ricardo Soares é apoiado por importantes empresas do meio. Destacam-se a Tagima, maior fábrica de guitarras do Brasil e a Nig Music, igualmente a maior produtora nacional de encordoamentos e pedais de efeito. Ambas têm dado o maior suporte e, além de parceiras, investem, apostam e acreditam no seu talento indiscutível. Também estão ao seu lado a Basso Straps, Onerr, Cabrera Pickups e a Rob's, marcas de referência nesse competitivo mercado.

Sua participação em grandes shows e eventos tem sido uma grata rotina. Foi convidado nas últimas três edições do megaevento Expomusic (2006/2007/2008), em São Paulo, feira que reúne o que existe de melhor no Brasil, representando, com orgulho, os músicos do Espírito Santo. Já virou figurinha carimbada obrigatória nos principais estandes e workshops dos seus patrocinadores. Só para se ter uma idéia, subiu ao palco com Frank Solari, Marcelo Barbosa, Sidney Carvalho (que, aliás, é seu grande incentivador), Roger Franco, Ricky Furlani e outros monstros. Em sua última Tour 2008, em São Paulo, além de participar da 3ª edição do Tagima Dream Team que conta com a nata dos endorsees da Tagima, aproveitou para mostrar seu talento também em Campinas, onde foi efusivamente recebido pela galera. E o que virá em 2009?

Está participando do desenvolvimento de módulos de efeito e de amplificadores profissionais de fabricantes brasileiros, contribuindo com sua experiência e percepção, o que é muito legal. Também escreve como instrutor para vários sites voltados ao público guitarrístico, tanto iniciantes como também os de nível avançado.

Por fim, Ricardo Soares é cristão e jamais se esquiva de falar sobre isso. Dá uma importância muito grande aos valores morais e espirituais, sempre se pautando pela ética e pelo respeito ao próximo. Considera sua vida como cristão e músico indissolúveis. Rock com sexo e drogas? Nem pensar! Apesar de achar que todos têm o livre arbítrio para suas escolhas, para ele isso definitivamente não serve. Além disso, Ricardinho está dando sua contribuição para acabar com o preconceito de que ?música gospel é chata ou mal tocada?... Duvida? Então confira o trabalho desse excelente músico!

Por William T. Hayashi


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