Stênio Neves

EstiloMPB
Cidade/EstadoBrasília / DF
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OuvintesHenrique e outros 2 ouvintes
Fã-clubeLícia Oliveira e outros 3 fãs

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Stênio Neves, 33 anos de idade, filho de Minas Gerais com Ceará, nascido e criado no cerrado de Brasília.
Um artesão de canções se lapidando no teatro da vida.
A vivência musical foi precoce, o canto veio ainda menino, com sete ou oito anos de idade acompanhando as rodas de violão da família.
Influenciado pelo padrinho, tornou-se autodidata em violão, ganhando seu primeiro instrumento aos 15 anos de idade e já aos 17 se apresentando profissionalmente como interprete em bares e festas de Brasília/DF.
Formado em Direito também estudou Canto Popular na Escola de Música de Brasília, tendo como professores Alysson Takaki, Sonia Bonna, Amélia Niemeyer, entre outros. Também na CEP/EMB teve a oportunidade de estudar no curso de Elementos Técnicos de Palco (Iluminação/Sonorização) ministrado pelo Professor Aldo Bellingrodt.
O desejo de fazer, de criar é o que move esse artista e funciona como seu agente transformador, pois ao dar luz a uma canção e na busca de lapidá-la, o criador também se transforma e acredita transformar, consequentemente, o que está a sua volta.
Compositor vencedor do festival de música da Rádio Popular FM de Samambaia de 2007, categoria melhor letra e 2º colocado na categoria melhor música geral; Finalista do Festival Caça Bandas da Rádio Nacional e UK Brasil Pub de 2011 – como compositor e vocalista da “Banda Ebó”; teve participação no Festival FINCA da UnB edições 2009 e 2010 – como vocalista das bandas “Ninguém” e “Matula Òpil” respectivamente e participação no festival Brasília Moto Capital de 2010 – como vocalista da banda “Matula Òpil”. Vocalista do trio “Baioque MPB” desde o ano 2012 e ainda atuante.
Recentemente realizou o projeto autoral “Lapidando” - CD/DVD - gravado ao vivo no Anfiteatro 9 em Brasília/DF. Projeto elaborado em formato voz e violão no qual o artista, acompanhado do violonista Moisés Bezerra (Unb/Brasília), compartilha com o público uma simbiose criativa, não como um produto finalizado, mas sim um trabalho em transformação, em contínuo processo de criação.
O desejo é de viajar pelo espaço da criação, aonde nada é preciso e tudo é possível.

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