
- Filho De Oxossi54 plays
- Labirinto190 plays
- Dona do pedaço26 plays
- Anjo Meu1.002 plays
- Ser Poeta12 plays
- Deixa O Tempo Falar6 plays
- Canto Pra Omulú8 plays
- Opará3 plays
- Só Eu Sei O Quanto Doi3 plays
- Já Foi11 plays
- 02:13Só shock labirinto1.060 visualizações
- 03:34OPARÁ - Tom Dias @tomdias_oficial 4.876 visualizações
- 02:56JÁ FOI - Tom Dias 397 visualizações
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? Biografia Oficial Final — Tom Dias
(Identificação pública: Adailton Dias, nascido em 1968)
Nascido em Nilópolis, na Baixada Fluminense, sou cria e apaixonado pela cultura da região, com raízes profundas na escola de samba Beija-Flor de Nilópolis. Fui servidor público e carrego a escrita e a música como missão desde a infância. Perdi meu pai aos 14 anos e, desde os 15, trabalhei para ajudar minha mãe e meus três irmãos — a resiliência dessa caminhada sempre foi a base do que crio.
Minha ligação com as palavras começou cedo: ainda criança, uma professora de português convidou-me para participar da elaboração de um livro, e ali o dom se despertou de vez. Nasci e fui criado dentro da Umbanda, e essa fé, que nunca mudei nem abandonei, é a alma de todo o meu trabalho.
Minha primeira composição gravada foi Sonho de Amor, em parceria com amigos que conheci em Santos (SP), lançada pelo Grupo Da Melhor Qualidade e depois regravada por Leci Brandão. Na Baixada Santista construí parcerias importantes: com o Edu, do Grupo Da Melhor Qualidade, com Rogério Shimu e com Santaninha, que também é meu parceiro de composição e autor da canção Sonhos. Juntos criamos a canção Cacique ou Tuiutí, enviada na época ao Grupo Fundo de Quintal, mas que até hoje permanece inédita, guardada esperando o momento certo.
No Rio de Janeiro, tenho uma parceria especial com Alex Almeida, diretor do Projeto Clube da Insônia, uma rádio e espaço dedicado exclusivamente aos artistas e à cultura do samba.
Além disso, tive obras gravadas pelo Grupo Tô Chegando (RJ) e a canção Labirinto, que fez sucesso e tocou bastante nas rádios na voz do Grupo Só Choque.
Hoje, dedico-me inteiramente à música. Passo a receber o que chamo de "mensagens do universo sagrado" — que transformo em canções. Acredito que não sou eu quem escreve: é algo maior que fala através de mim, e eu apenas coloco no papel. Comecei então a criar obras dedicadas aos orixás: a primeira foi Filha de Oxum, seguida de Canto Pra Oyá, que se tornou um grande sucesso nas redes, com mais de 150 mil visualizações. Hoje tenho homenagens a Ogum, Xangô e todas as entidades, além de pagodes românticos e canções que falam de força, perseverança e verdade.
Entre minhas obras mais especiais está Tempo Ensina: canção que não cita nomes de entidades, mas fala do Orixá Tempo — da sua calma, da sua sabedoria e de como ele prepara a paz no momento certo.
Todo o meu repertório é autoral, e busco sempre fazer música que toque o coração, respeite as raízes e leve uma mensagem de fé e esperança.
