TRILHA DO ROCK

Cidade/EstadoVinhedo / SP
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OuvintesMiria Fortes e outros 4 ouvintes
Fã-clubeVivian Rodrigues e outros 1 fãs

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MV "URSO"Voz, Violão, Gaita
PEDRO ABRANTESBaixo
PEDRO LOPESGuitarra Solo, Guitarra Base
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Release

Quando o projeto “Na Jaula do Macaco” teve os seus primeiros acordes em outubro de 2009, Pedro Lopes na guitarra, Marcelo Aliende no baixo, Cesar Aguilera na bateria e Marcus Vinicius “Urso” comandando os vocais, a Trilha do Rock queria transformar a mesmice de nossas vidas em sonoridade com o pedigree do rock nacional.
“O que direciona nossa trilha é fazermos um rock sem apelos tecnológicos que escondam nossas raízes roqueiras, resgatando a essência de influências do melhor rock oitentista brasileiras e uma base bem firmada do rock alternativo e do heavy metal clássico. O conjunto desses fatores e a paixão pelo rock’n roll direcionou a idealização desse projeto”, reitera Urso.
“Proibidos” é uma composição contemporânea construída numa bateria com linhas agressivas e pedais duplos nos bumbos, carregada de riffs com um miolo mais hardcore e a exploração de tons menores garantindo uma sonoridade aguda, apresenta uma letra inteligente e vibrante que questiona nossas escolhas e consequências.
Embalado por uma guitarra mais metálica e bateria em estado bruto, “Meu País” é um rock que traz um panorama inquietante da nação que ainda sofre com a corrupção. Sem a presunção para o sensacionalismo, a musicalidade remete as origens do rock’n roll de protesto, que é acompanhada por “Ratos Inúteis”, não menos roqueira, mas invocando nossos valores e percepções para o cenário político atual.
Composições como “Faça Acontecer” e “Sou Assim” fazem uma imersão no recôndito de nossos desejos e como devemos expor nosso cerne em um mundo ainda em evolução dos sentidos. ”Sou Assim” vem na sequência e explode os desejos expondo sem pudor nossas verdades. Com guitarras distorcendo o refrão e uma batida progressiva do baixo com leves reflexões ao rock progressivo europeu, o recado é claro: somos assim e queremos assim!
“Penso” é uma canção que traduz com racionalidade às inquietações que carregamos em nossos pensamentos. O riff de baixo cadenciando o início da música e a virada ousada de bateria dá o toque mais marcado, referências do grunge e do indie rock.
“Não Vou Voltar” é uma balada mais balanceada com batidas sonoras dos anos 90 ligeiramente ácidas por conta dos riffs distorcidos, é um pop rock daqueles de tocar nas rádios e sair cantando o direito à liberdade de escolha nos versos como “Quanto barulho, não entendo nada/o que estou fazendo aqui/eu quero viajar/eu quero ver o mar/pé na areia e cerveja!”.
Com uma composição mais leve e embalada por uma sexta-feira sem igual, “Jaula do Macaco” retrata com leveza esse dia especial no estúdio de gravação. Com riffs ligeiramente pegados e um timing bem cadenciado entre bateria e baixo, a sonoridade está garantida com os vocais numa batida aguda e baixa, uma leitura em ritmo de prosa.
“Do Outro Lado” traz uma batida melódica, ligeiramente melancólica e minimalista que temos daqueles que viveram intensamente uma parte de nossas vidas. Um registro carinhoso e saudosista sem descolamento da realidade que nos acompanha.
“No Seu Olhar” é uma balada com acordes de violão que faz uma ode ao nosso ser e o que representamos para tudo aquilo que está à nossa volta.
Isso quer dizer que, ao ouvir Na Jaula do Macaco você encontra um disco bem balanceado entre as guitarras, baixo e bateria, fazendo com que os solos e as viradas de bateria estejam bem distribuídos e cadenciados com doses bem destiladas de metal clássico – direto na veia. Com os vocais transformando a melodia em uma verve vigorosa de som com mutações melódicas entre baladas e solos de baixo com direito a gallopings pesados influenciados pelos solos de Iron Maiden e Rush, transformam as 10 músicas numa ode orgânica e instrumental de sonoridade, uma mensagem direto ao ponto, coroando um trabalho artístico bem produzido brindando à tradição e a força do rock brasileiro.
Sobre o que motiva a banda a partir desse trabalho e por que continuar na estrada resgatando as raízes do rock ao seu lugar de destaque, Cesar Aguilera destila algumas linhas: “O que escutamos hoje são bandas produzidas em estúdio, vivendo de baladas de estação ou reedição de composições do passado - não queremos isso. Nossa música reescreve em nós a história do rock nacional e queremos ser parte dessa nova história!”.

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