Wagner Éffe

EstiloMPB
Cidade/EstadoSão José / SC
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OuvintesAmaro Neto e outros 8 ouvintes
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Wagner Éffe

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O Último Capítulo da Trilogia do "O"


O Teatro da Ilusão inicia sua viagem com a metáfora do rio em dois atos, rio esse que deságua no mar de Brisa, em busca da explicação (duvidosa) da vida e emerge em Cor de Outono com alguns vislumbres, concluindo sua jornada num flerte com a loucura. Assim resume-se a obra. Resumos são importantes na comunicação, não nesse disquinho, pois no movimento de cada peça, não se mostram verdades, apenas um caminho. Note, não o caminho, apenas um. Um caminho percorreu Fausto, outro o arqueiro Zen. Goethe, Herrigel, Drummond, eu, você, todos buscamos algo: conscientemente ou não. Distraídos, porém, pelos opostos, perdemos o momento, o aqui, o agora. Perdemos quem somos.
Tenho para mim que o principal desse emaranhado de canções está no não dito, naquilo que se esconde e se mostra em cada uma das (tantas) esquinas, desde que caminhadas as ruas com atenção. Ao menos comigo tem sido assim, pois mesmo para mim, elas (as canções) já não são as mesmas: juntá-las e ordená-las as transformaram. A cada audição, portanto, percebo, percebo-me, algo me toca. Mesmo esse texto já é reverberação do novo, do que eu não imaginava ali. Sol, céu, lua, flor, simplesmente estar no instante, plenamente, atentamente: talvez seja (só) isso. Loucura?
EFFE

Apenas um compositor latino-americano.

Wagner Éffe já se arriscou como membro de banda, escritor, bandleader e cantor solo, porém, todas essas facetas, tinham o intuito de mostrar seu lado compositor. Depois de vários projetos, Éffe passou por um período introspectivo e resolveu focar no que realmente gosta de fazer: compor.
Nessa nova fase as influências se multiplicaram e, agora, além do rock característico e da MPB tradicional, surge o flerte com outros estilos, em especial os ritmos regionalistas. Uma amostra disso já pode ser sentida em AMARGO RIO DOCE, faixa que abre O Teatro da Ilusão, que, por sua vez, encerra a trilogia do "O".

A Trilogia

​A trilogia do "O" teve inicio em 2009 com o lançamento do álbum O Som do Poema, contendo 11 faixas, sendo uma delas, a versão instrumental de outra. Em 2011 foi a vez do EP O Lamento da Ternura, contendo 4 faixas. Com O Teatro da Ilusão, 6 faixas fecham o ciclo. Os 3 trabalhos foram produzidos por Raphael Campos, com ele assumindo praticamente todos os instrumentos, salvo os violões, algumas bases de guitarra e a voz, obviamente. Éramos apenas nós dois no estúdio, tentando descobrir os elementos que as músicas pediam. As canções, embora separadas pelo tempo, dialogam entre si, quer seja nos textos ou nos arranjos, compartilhando texturas e sons. Chegamos ao fim, portanto, de uma fase de composições mais intimistas, melancólicas e de uma sonoridade forjada a base de samples e synths, ora assumidamente eletrônicos como n'O Teatro da Ilusão, ora querendo soar orgânico, principalmente n'O Lamento da Ternura. Nesse quesito, classifico O Som do Poema como um híbrido. Este, porém, é um fim que traz muita felicidade ao olhar para todo o processo e ver a honestidade que transborda em cada letra, cada som, cada arranjo. Embora algumas certezas tenham mudado durante o percurso e outras sigam em constante metamorfose, deixo nessas 18 canções 100% de mim.

Discografia

2016 - O Teatro da Ilusão (EP)
2014 - Brumário (EP)
2013 – Instantâneo (Single)
2011 – O Lamento da Ternura (EP)
2009 – O Som do Poema

Coletâneas

2014 - Coletânea Lizt (A Gaia Ciência - Brumário)
2010 – Coletânea Ação Sonora (Entre o Sim e o Não)

Contatos:
Wagner Éffe | (48) 9622-3209 | wagnereffe@gmail.com

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