Stevan Ferreira LeiteVelha Borra40 plays
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    Velha Borra

    Stevan Ferreira Leite

    Velha Borra

    No barro eu busquei o caminho das pedras,
    E andando perdi o caminho das terras,
    Encontrei nessa selva um bunker de palha,
    Encobri-me na moita para ver a clareira,
    Nesses barcos fugi,
    Eu temia o mar
    Ali me meti,
    Sem querer me salvar
    Nesses barcos fugi,
    Eu temia o mar
    Ali me meti,
    Sem querer eu rompi,
    AS BARREIRAS!!!
    No barro, pedras caminhar,
    Da terra, o repente andar,
    Como uma agulha na palha,
    Clareza perdeu-se na selva,
    E os trilhos da composição,
    Decompostos formando a canção,
    Uma trilha para o desastre,
    De Juros composto, o nosso descaso,
    Nesses barcos fugi,
    Eu temia o mar
    Ali me meti,
    Sem querer me salvar eu rompi,
    AS BARREIRAS!!!
    Barragens, barreiros, berreiros e birras,
    Borradas de barro, barrigas,
    Orelhas num foço, foz de intrigas,
    Com pregos estancam a hemorragia,
    Sem emprego, eu marreto madeira,
    Uma fita amarela gravada com preta,
    Eu prefiro morrer do que ser dessa seita,
    Que não aceita:
    Que o homem não é de ferro,
    E pra quem vale mais esse ferro que o homem?
    O homem de ferro que ferra com o homem,
    Para esse rio em minério,
    Transforma a mulher num pote de barro,
    E converte esse barro num velho,
    Um vale de mata de barro de homem,
    Que mata, que vale – que vale, que mata?
    O burro que mata,
    Que mata-burro?!
    E o barro do João,
    Que a casa caiu,
    Que berra o bicho do mato,
    Que berro da morte do bicho,
    Barro, berro, birro, borro, burro!
    Barra, berra, birra, borra, burra!

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