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Tamara Franklin

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Dona de uma voz marcante, personalidade forte e um talento diferenciado, Tamara Franklin nasceu e cresceu em Ribeirão das Neves - região metropolitana de Belo Horizonte - onde, aos oito anos de idade, escrevia seus primeiros versos.

Segundo o G1 Minas, Tamara Franklin éprova da força das mulheres na cena do rap em Minas”. Usando a música como instrumento de transformação social, a artista expõe o machismo e o racismo em suas letras com ironia e inteligência.

TRAJETÓRIA

Com apenas 14 anos, a artista formou o grupo H2S2 (hip hop sobre o salto) em 2005 com suas irmãs e com ele participou de importantes eventos e festivais musicais dentro e fora de Minas Gerais. Tamara foi a primeira mulher mineira a cantar em um dos palcos alternativos do HUTÚZ, promovido pela CUFA e considerado o maior festival de hip hop da América Latina.

Com o término do H2S2 e o envolvimento em projetos sociais de sua comunidade, Tamara amadureceu seu trabalho artístico. Em 2014, com o lançamento do videoclipe da faixa ‘Anônima’, a cantora passou a ganhar destaque na cena local e nacional, tendo ficado em 22º no ranking dos melhores videoclipes do rap nacional de 2014, segundo o site ’Vai ser Rimando’.

PRIMEIRO ÁLBUM: ANÔNIMA

Após onze anos de carreira, de forma independente, Tamara concluiu no final de 2015 seu primeiro álbum, Anônima. As faixas que apostaram nos regionalismos da música e vocábulos mineiros, falam sobre identidade, anonimato:

“Sempre tive muitos problemas para conseguir me reconhecer. Entendi que tudo isso passa pelo racismo, que sempre atravessou e vai atravessar pessoas pretas no Brasil. A luta começa pela existência, antes da resistência. A gente entender que existe e em que condições. Porque, após o horror da escravidão, a pessoa preta tem hoje no Brasil uma sensação de não-lugar.”

O disco, que foi para o ar no início de 2016, foi referenciado por “renovar o rap e apresentar discurso em defesa da mulher negra” por importantes veículos de comunicação como o Geledés e o jornal Estado de Minas e muitos outros. Além disso, o álbum foi destaque entre os sete melhores trabalhos de 2016 de rap, r&b ou música negra pelo site ‘Noticiário Periférico’. Ainda no ano de lançamento, através do projeto Salve o Compositor dirigido pelo SESC Palladium, Tamara estreou o espetáculo ‘Anônima’.


WAKANDA

Em 2019 lançou o single ‘Wakanda’ onde as influências do samba e do congado ganharam mais evidência. Segundo Tamara, “tem algo da cultura negra brasileira que se comunica super com o hip hop e algo muito ancestral ao mesmo tempo”. A ideia foi levar para o single o rap junto com o congado que é de Minas e que são os tambores de Minas. Para isso, foi necessário muito estudo, pesquisa, dedicação e cuidado da artista. A composição, em parceria com Denominado Chu, ainda contou com um videoclipe que reuniu mulheres negras para “trazer à tona a força dessas expressões corporais e representar a questão de gênero”.

ENCOSTA NA PAREDE

No início de agosto de 2020, Tamara lançou o single “Encosta na parede”, uma parceria com Berê MC. Os versos, escritos quando ainda tinha 14 anos, falam sobre a luta de homens e mulheres pretas que não aceitam abaixar a cabeça.

“Talvez, se eu tivesse lançado essa música há 15 anos ela não teria sido acolhida da maneira que está sendo, porque nós avançamos de lá pra cá. E hoje nós temos pessoas que, de alguma forma, estão ‘deseducando’ com relação à questão racial e entendendo que isso não é mimimi, não é futilidade, não é forçação de barra” explicou Tamara em entrevista para o Culturadoria.

SEGUNDO ÁLBUM: FUGIO - ROTAS DE FUGA PRO AQUILOMBAMENTO

Consciência de sua ancestralidade e influências de tradições atravessam todo o disco que conta com participação de Iza Sabino, Colombiana MC, Berê MC, Neghaum, produção de Chico Neves e mais.

A história de Tamara se insere na história negra que remonta à grandeza das civilizações africanas, à opressão sobre seu povo, à desobediência e à busca de reconstrução da identidade estilhaçada pelo trauma da escravidão.

“Fugio” (fugiu) foi lançado em agosto de 2020 — num Brasil no qual, 132 anos depois do abolição da escravatura, homens e mulheres negras seguem na mira das “balas perdidas” saídas dos fuzis policiais, da negligência das “patroas” e “patrões”, da pandemia que os vitima com especial força. Em suas dez faixas, o álbum se afirma — tal qual aquelas fugas — como ato de resistência. O princípio do aquilombamento.


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